Eduardo reage à ordem da Polícia Federal
Nesta sexta-feira, o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro reagiu à determinação da Polícia Federal (PF) que ordenou sua volta imediata ao cargo de escrivão no Rio de Janeiro, afirmando em vídeo nas redes sociais que “não entregará meu cargo na PF de mãos beijadas”.
A PF publicou no Diário Oficial da União a cessação do seu afastamento, decorrente do fim de sua licença para mandato eletivo após a perda do mandato parlamentar em dezembro de 2025.

Eduardo Bolsonaro, que está morando nos Estados Unidos desde março de 2025, disse que “não tem condição de voltar ao Brasil agora” e que vai lutar para preservar sua posição na corporação da qual é concursado desde 2010. Ele mencionou que a tentativa de obrigá-lo à volta seria uma forma de perseguição política.
A reação ocorre depois que a Mesa Diretora da Câmara declarou a perda de seu mandato por faltas, o que invalidou a licença que ele usava para ficar afastado da PF. A determinação da corporação também disse que a ausência injustificada poderá levar a medidas administrativas ou disciplinares.