Irmão de Eliza Samudio quebra o silêncio e confessa…Ver mais
Caso segue sem reviravolta judicial
Apesar da repercussão provocada pelo reaparecimento do passaporte, autoridades reforçam que a descoberta não altera o desfecho judicial do caso Eliza Samudio. A Justiça já reconheceu a morte da jovem em 2013, com base em provas reunidas ao longo das investigações, que resultaram na condenação de Bruno Fernandes e de outros envolvidos.
Especialistas ouvidos pela imprensa explicam que o documento, por si só, não comprova deslocamento recente nem indica que Eliza tenha deixado o Brasil após o desaparecimento. A principal linha considerada é de que o passaporte possa ter sido utilizado como parte de uma tentativa antiga de criar confusão ou despiste durante as investigações iniciais.
A família acompanha o caso com cautela e afirma aguardar esclarecimentos oficiais das autoridades diplomáticas brasileiras sobre os trâmites envolvendo o documento. Enquanto isso, a reaparição do passaporte reacende o interesse público em um dos crimes mais emblemáticos do país, trazendo novamente à tona uma história marcada por violência, dor e questões que continuam sensíveis para os familiares da vítima.