‘Dor insuportável’, diz mãe de crianças desaparecidas no Maranhão há um mês
Buscas continuam sem pista clara
Desde o desaparecimento, ocorrido em 4 de janeiro, equipes policiais, bombeiros, militares e voluntários mantêm as buscas pelas crianças. Apesar da intensa mobilização e do uso de tecnologias como drones e cães farejadores, nenhum sinal definitivo foi encontrado até o momento.
O primo das crianças, Anderson Kauã, de 8 anos, foi encontrado com vida dias após o sumiço, mas Ágatha e Allan seguem sem serem localizados. A Polícia Civil do Maranhão criou uma comissão especial para investigar o caso, ouvindo dezenas de depoimentos e percorrendo áreas de mata fechada, lagos e trechos de difícil acesso em busca de vestígios.
Clarice ressaltou que a família continua firme na esperança de encontrar os filhos, mesmo diante do silêncio e das poucas informações concretas que surgem na investigação.
Apesar da expectativa frustrada, a mãe segue aguardando notícias e acredita que os filhos ainda podem ser encontrados com vida, e existe desconfiança de que as crianças possam ter sido vendidas.